

Da página à escuta:
a palavra dita que move a ficção
O diálogo é mais do que um recurso estilístico: é a respiração da narrativa. Por meio dele os personagens podem revelar sua essência, os conflitos podem ganhar corpo e o leitor também se aproxima do coração da história. Neste curso, vamos explorar a arte de escrever diálogos que soem naturais sem serem banais, que carreguem ritmo e tensão, e que deem voz única a cada personagem. Ao longo dos encontros, mergulharemos em exemplos da literatura brasileira e praticaremos técnicas para transformar cada fala em ferramenta de construção literária.

Objetivo do curso
O curso: a arte do diálogo literário tem como objetivo capacitar escritoras e escritores a criarem diálogos relevantes, dinâmicos e expressivos. Ao final do curso, os participantes serão capazes de:
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Construir vozes distintas para cada personagem.
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Evitar redundâncias e excessos narrativos.
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Usar diálogos para avançar a trama e revelar personalidade.
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Equilibrar concisão, ritmo e subtexto.
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Escrever cenas inteiras sustentadas apenas por falas, com naturalidade e impacto.

Como é o curso:
a arte do diálogo literário
Cada módulo abordará um aspecto essencial dos diálogos literários, trazendo teoria, análise de exemplos da literatura brasileira e exercícios práticos. Ao final de cada aula, os participantes receberão uma proposta de exercício para aplicar o que aprenderam.

Por que fazer o curso:
a arte do diálogo literário?
Você já sentiu que os diálogos que escreve soam artificiais?
Que seus personagens parecem todos falar da mesma forma?
Ou que, em vez de mover a história, as falas acabam repetindo o que já estava na narração?
Essas são dores comuns de quem escreve ficção. Muitos autores iniciantes (e até experientes) travam justamente no momento em que seus personagens precisam conversar. O resultado? Cenas arrastadas, falas sem impacto, histórias que perdem ritmo e credibilidade.
A boa notícia é que o diálogo é uma técnica que pode ser aprendida, praticada e aprimorada. É isso que você vai conquistar nessa masterclass.
Em quatro encontros práticos e objetivos você vai aprender a:
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Criar diálogos que sejam relevantes e realmente façam a história avançar.
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Dar voz única a cada personagem, evitando que todos soem iguais.
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Escrever falas com ritmo e tensão, que prendem o leitor.
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Equilibrar naturalidade e clareza, sem cair no risco da fala realista demais ou formal demais.
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Usar o poder do subtexto: aquilo que os personagens não dizem, mas que o leitor sente.
Ao final, você terá segurança para transformar diálogos em um dos pontos fortes da sua narrativa em vez de um obstáculo. Seu texto merece personagens vivos, conversas marcantes e cenas inesquecíveis.
E é exatamente isso que você vai levar do curso: a arte do diálogo literário.

Conteúdo de cada módulo
Módulo 1 – relevância e função do diálogo
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Compreender o papel do diálogo na narrativa.
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Evitar falas redundantes que apenas repetem o que a narração já disse.
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Reconhecer quando um diálogo é realmente necessário.
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Exercício final.
Módulo 3 – subtexto
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Trabalhar o que está implícito nas falas.
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Consolidar os aprendizados em uma cena de maior fôlego.
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Exercício final.
Módulo 2 – voz, personalidade e o perigo dos extremos
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Aprender a dar voz distinta e verossímil a cada personagem.
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Evitar diálogos excessivamente realistas, com ruídos da fala, e excessivamente formais (discursos artificiais).
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Exercício final.
Módulo 4 – falas curtas, dicendis e ritmo
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Trabalhar concisão e impacto nas falas.
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Aprender a usar (e a evitar o excesso de) verbos dicendi (“disse”, “perguntou”, “respondeu”).
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Desenvolver ritmo narrativo através da fala.
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Exercício final.


Quem será sua mentora?
Jadna Alana é natural de Campina Grande, Paraíba, formada em Letras pela
Universidade Estadual da Paraíba, mestre em Linguagem pela Universidade Federal de
Ouro Preto e atua como profissional de leitura crítica e preparação de texto na ALCE,
marca de serviços editoriais voltada para autores independentes na qual é cofundadora.
É escritora desde os dezoito anos, e já conta com grande bagagem literária: publicou
onze livros, além de ter participado de outros projetos literários. Depois do sucesso de
sua primeira obra de Regionalismo Fantástico, “Riacho do Jerimum”, voltou a visitar o
gênero com “Se tu me quisesse”, com o qual se tornou finalista da 7ª edição do Prêmio
Kindle de Literatura, assim como do Prêmio Odisseia de Literatura Fantástica (2023).
Ganhou o Prêmio Marilia Arnaud com o conto “O menino de Imburana” e o Prêmio
Carolina Maria de Jesus com a novela “Barquinho de papel”. É considerada precursora
nos estudos sobre o Regionalismo Fantástico no Brasil, campo que pesquisa
academicamente, e atua como editora do selo Candeário, da editora Izyncor, o primeiro
no país dedicado exclusivamente a esse gênero.

O que o público diz sobre meus diálogos
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